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Tópico: Conflitos, Guerras e batalhas

  1. #11
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    Os gregos não tinham atacado cidades persas. A costa Jónia era quase tudo cidades gregas, ligadas a Atenas ou sobre o jugo persa.
    E Esparta era aliada da Pérsia.
    Mas Xerxes invade para redimir Dário, e para desfazer o poder do Império Ateniense. Todos os ataques se haviam, podiam-se ver como não motivos para uma declaração de guerra.

    Por acaso, jamais para o fim, ficam só 300 espartanos, mais 700 tespianos (não tenho a certeza do nome da cidade-estado). Menos os que haviam morrido, e um espartano que Leônidas mandou retirar para avisar Esparta. Tudo o resto foi mandado embora para avisar as suas cidades-estado e preparar o confronto terrestre. Mesmo em conjunto com Termópilas, houve confrontos navais ao largo do estreito para proteger o flanco grego.
    Os 300 morreram todos, e alguns dos outros foram conseguidos fazer prisioneiros pelos persas. Mas muito poucos.
    Mas não é o facto de o espaço ser pequeno que foi uma só vantagem. O próprio treino e armamento grego era potenciado em situações assim.

    Por acaso o terreno em Aljubarrota até dava vantagem aos castelhanos. À cavalaria pesada, eles é que transformaram isso numa desvantagem.
    E o terreno, acho que era entre duas "colinas" e não dois ribeiros, um ribeiro é mais fácil de transpor e fica vulnerável a tiro de flechas. Mas tirando isso, havia uma outra entrada, mas estava protegida e era só possível passar 1 a 1.



    Pela primeira de todas?
    Ou pela primeira militar?
    Em relação a Termópilas, os Gregos tinham atacado algumas cidades Persas sim, pois estes estavam a expandir-se pela actual Turquia e existiam algumas das cidades Gregas ( na sua maioria aliadas de Atenas) na costa que as atacaram, os Persas responderam a esses ataques e acabaram por passar o estreito que separa a Grécia da Turquia para tentar submeter as outras cidades Gregas, pois só 2 tinham respondido positivamente ao desejo dos Persas de se submeterem ao seu poderio, e Esparta não foi aliada dos Persas.
    Eu não disse que os 300 Espartanos não ficaram a defender o estreito, disse que morreram mais, esses 700 de que falas devem ser Tebanos, da cidade de Tebas, mas no total morreram cerca de 2000 Gregos.

    Em relação a Aljubarrota, o terreno era aldeado por 2 ribeiros e 1 colina, mas quando as forças Castelhanas chegaram ao terreno teriam que enfrentar a força Luso-Britanica passando um ribeiro e subindo a colina, pelo que decidiram contornar a colina e enfrentar os defensores pelo outro lado, onde como já disse, haviam de antemão preparado defesas e armadilhas. Aproveito para deixar uma ilustração do que disse, espero que seja percéptível.
    O resto já o John Doe disse.

    Pecar é humano, mas insistir no pecado é diabólico.

  2. #12
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    Citação Resposta Original de Fosk is Love Ver Post
    Deviamos comoeçar pelas guerras religiosas e pela necessidade da erradicaçao das varias religioes pelo planeta.

    Talvez pelas cruzadas....
    Simples, as Cruzadas foram o maior Genocínio até aparecerem o Hitler e o Estaline e conseguirem bater esse triste feito.
    Pecar é humano, mas insistir no pecado é diabólico.

  3. #13
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    Citação Resposta Original de John Doe Ver Post
    O terreno em Aljubarrota não deu qualquer vantagem ao exército castelhano devido aliás, podemos mesmo dizer que o terreno foi o factor que deu a vitória ao exército Britânico / Português. Nunca a cavalaria francesa podia tirar partido de tal terreno, ficando assim alvos fáceis para o exército português. Aliás, tens o exemplo de Agincourt onde Henrique VI, conseguiu uma vitória sobre o exército francês, utilizando praticamente a mesma tática.
    Quando se olha para a frente, pequena entre as duas colinas das forças luso-anglo vê-se que há uma ligeira inclinação a favor de Castela. Os castelhanos estão em terreno ligeiramente mais alto.
    A parte interessante é quando a cavalaria pesada castelhana começa a carga cai nas armadilhas, e essa ligeira inclinação, para a cavalaria pesada, que agora tem de travar e inverter marcha torna-se algo de penoso.
    Tenta parar mais de 500 quilos de carne o metal numa pequena inclinação e reverter marcha num espaço pequeno, e com outros a carregar ainda. Quando isto acontece, toda a cavalaria castelhana fica entre as armadilhas, entre as estacas, entre arqueiro/besteiros lusos e britânicos. Numa confusão enorme.

    Eu estava com dúvidas, e fui ler.
    Agincourt pareceu-me a de Crecy, mas com diferenças.
    Aljubarrota é diferente, mas similar. A linha da frente portuguesa está misturada com homens de armas. Em Agincourt, os arqueiros estão nos flancos, e os homens de armas no centro. Enquanto os portugueses estão numa zona afunilada, os ingleses estão em campo aberto com florestas nos flancos, de onde se escondem os arqueiros.
    Nos dois lados, os arqueiros estão em forma de "cunha" e com estacas a proteger a sua vanguarda.
    Mas, enquanto que em Aljubarrota foram usadas armadilhas, em Agincourt o próprio terreno com distância de 1000 metros de terreno enlameado e de difícil transposição foram a vantagem.
    Tenta cavalgar como um cavaleiro francês estava equipado pela lama a ver se não demoras o dobro do tempo, e com o dobro do desgaste. E a pé ainda é pior ou igual.
    E outra... como era normal do bom francês da altura. Arqueiros eram muito poucos, na sua maioria besteiros mercenários, e a cavalaria tinha dificuldades em obedecer a ordens (desprezar ordens é mais correcto).

  4. #14
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    Em relação a Termópilas, os Gregos tinham atacado algumas cidades Persas sim, pois estes estavam a expandir-se pela actual Turquia e existiam algumas das cidades Gregas ( na sua maioria aliadas de Atenas) na costa que as atacaram, os Persas responderam a esses ataques e acabaram por passar o estreito que separa a Grécia da Turquia para tentar submeter as outras cidades Gregas, pois só 2 tinham respondido positivamente ao desejo dos Persas de se submeterem ao seu poderio, e Esparta não foi aliada dos Persas.
    Eu não disse que os 300 Espartanos não ficaram a defender o estreito, disse que morreram mais, esses 700 de que falas devem ser Tebanos, da cidade de Tebas, mas no total morreram cerca de 2000 Gregos.

    Em relação a Aljubarrota, o terreno era aldeado por 2 ribeiros e 1 colina, mas quando as forças Castelhanas chegaram ao terreno teriam que enfrentar a força Luso-Britanica passando um ribeiro e subindo a colina, pelo que decidiram contornar a colina e enfrentar os defensores pelo outro lado, onde como já disse, haviam de antemão preparado defesas e armadilhas. Aproveito para deixar uma ilustração do que disse, espero que seja percéptível.
    O resto já o John Doe disse.

    Então era isso. Eu sabia que havia algum declive do terreno, mas tinha a impressão que eram mais colinas e menos água.
    Essa passagem pela colina, eu por acaso vi em diapositivos, o meu professor de Medieval quis mostrar. Era impossível um homem a cavalo subir aquilo em carga, ainda por cima lado a lado.
    Por isso contornaram a "rotunda".

    Esparta era aliada. Não disse que estava aliada na altura. Por isso é que na invasão de Dário Esparta não participa, e durante o Pelponeso Esparta tem apoio político e monetário da Pérsia.
    Sim, eu sabia que estavam lá mais. Eu falo é no fim, o último embate só ficaram estes. Tebas não era, porque se supõe que foram esses que trairam os Espartanos e eram aliados dos Persas, e mostraram o acesso na retaguarda. Eram outra cidade menor.
    Tanto, que se não me engano, Tebas devia estar a defender outra passagem, e não aquela.

    A maior parte da Jónia foi submetida à força pelos persas. Uns foram a bem. Mas Atenas foi chamada em auxílio, não para atacar deliberadamente. Claro que isso é sempre bom para ajudar a empurrar para a guerra. É como no futebol. Um toque com o mindinho na bochecha passa a ser um soco no olho.
    Nem Atenas tinha a coragem de atacar os persas deliberadamente. Eles nunca saberiam se poderiam contar com o apoio total de toda a Grécia.
    É como Portugal e Alemanha em África na Primeira Guerra. Andam a lutar, à conflito armado e mortos, mas não há guerra a sério. Até Portugal apreender os navios alemães em portos portugueses, ai dá-se a declaração.
    Xerxes também estava à muito com a ideia de invadir a Grécia, era só uma questão de tempo.
    Eu não disse que tu tinhas dito que os espartanos não morreram. Foi uma coisa tipo Esparta -1 (tipo Google +1).

    Citação Resposta Original de Rising Devils Ver Post
    Simples, as Cruzadas foram o maior Genocínio até aparecerem o Hitler e o Estaline e conseguirem bater esse triste feito.
    Não esquecer o Mao.

  5. #15
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    As guerras religiosas foram boas. Se não fossem elas por esta altura já não havia planeta =D
    É tudo o que tenho a dizer. As batalhas no que me tocam interessam-me no aspecto mitológico e pouco mais. Tudo o que sei das batalhas gregas e romanas foi de ler mitologia, o resto para mim é perda de tempo uma vez que não sou general nem isso me trará conhecimento para o futuro. A estratégia que me interessa é xadrez, o resto é jogo do galo.

  6. #16
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    Citação Resposta Original de Rising Devils Ver Post
    Simples, as Cruzadas foram o maior Genocínio até aparecerem o Hitler e o Estaline e conseguirem bater esse triste feito.
    nao esquecer os autos-de-fé... oh wait, religion strikes again...

  7. #17
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    A primeira Cruzada foi uma feita por peregrinos a quase. Poucos militares.
    Decidiram juntar-se a um apregoador, e lá foram eles todos juntos e felizes.
    Assim que saíram de Constantinopla para a Anatólia foram quase todos transformados em puré de batata.

    A primeira militar, foi um pouco em resposta ao novo poder que tomou de rompante o Médio Oriente, vindos de Este. Os turcos seljúcidas. Até ai, não havia muita confusão. Cristão, muçulmanos, e essa gente toda andava por lá. Peregrinações e assim, não havia assim problemas demais. Os seljúcidas é que foram assim um tanto mais para o radicais e houve algumas confusões, e com o Islão a fechar-se sobre a Península Ibérica e a bater às portas da sombra do Império Romano do Oriente (Bizantino, mas eu gosto de chamar Romano do Oriente) deu origem a movimentos militares organizados contra aquela região.
    A Península Ibérica demorou mais tempo a considerar lugar de Guerra Santa, mas foi considerada. Até a autonomia de Portugal foi complicada por isso mesmo.

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